Alocka

Desconsiderem tudo o que eu disse nos últimos posts. Este blog não foi feito pra chorar pitangas, mas às vezes é necessário. Mas passou. E espero que não volte tão cedo.

Mês passado fui dar uma volta na boate de sempre, aniversário do namorado de uma amiga, e acabei fazendo merda de novo. Calma. Não dei sem camisinha. Mas teria dado fácil. Ou não.

O negócio é que eu já tava de olho num mega gato desde um evento na casa desta mesma amiga, mas não tava certa sobre a solteirisse dele e,  como já desconfiava, ele é comprometido. Fuck!

Em todo caso, tinha o amigo, menos bonito, aquele que a gente chama de charmoso. Daí que várias doses de rum, tequila e vodka depois, e  dançadinhas até o chão (sim, sou brega), ele me diz que está numa relacionamento complicado. Primeiro fora da minha vida. Nem digo nada.

Qual a providência nesses casos? Beber mais pra esquecer, né mesmo? Foi o que eu fiz. Mas, no final da festa, um menino com cara de retardado, porém bonitinho, chegou junto, disse que meu sotaque é bonito e foi só correr pro abraço. Tenho pavor de homem que pede beijo. Mas, nesse caso, meu cérebro bêbado julgou que “o que você faria se eu te beijasse agora?” não é necessariamente um pedido.

Fomos pra casa dele.

Dormi na casa dele.

Não transei.

Mas foi difícil pra caralho resistir.

Lembrar de nunca mais me autossabotar com esse negócio de depilação antes de  sair pra balada.

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