Alocka

Desconsiderem tudo o que eu disse nos últimos posts. Este blog não foi feito pra chorar pitangas, mas às vezes é necessário. Mas passou. E espero que não volte tão cedo.

Mês passado fui dar uma volta na boate de sempre, aniversário do namorado de uma amiga, e acabei fazendo merda de novo. Calma. Não dei sem camisinha. Mas teria dado fácil. Ou não.

O negócio é que eu já tava de olho num mega gato desde um evento na casa desta mesma amiga, mas não tava certa sobre a solteirisse dele e,  como já desconfiava, ele é comprometido. Fuck!

Em todo caso, tinha o amigo, menos bonito, aquele que a gente chama de charmoso. Daí que várias doses de rum, tequila e vodka depois, e  dançadinhas até o chão (sim, sou brega), ele me diz que está numa relacionamento complicado. Primeiro fora da minha vida. Nem digo nada.

Qual a providência nesses casos? Beber mais pra esquecer, né mesmo? Foi o que eu fiz. Mas, no final da festa, um menino com cara de retardado, porém bonitinho, chegou junto, disse que meu sotaque é bonito e foi só correr pro abraço. Tenho pavor de homem que pede beijo. Mas, nesse caso, meu cérebro bêbado julgou que “o que você faria se eu te beijasse agora?” não é necessariamente um pedido.

Fomos pra casa dele.

Dormi na casa dele.

Não transei.

Mas foi difícil pra caralho resistir.

Lembrar de nunca mais me autossabotar com esse negócio de depilação antes de  sair pra balada.

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Eu acho que estou bem. A saída de casa foi ótima. (…) Eu precisava desmamar. (…) Moro com um companheiro, um amigo velho, de mais de 10 anos. (…) Andei amando loucamente, como há muito tempo não acontecia. De repente a coisa começou a desacontecer. Bebi, chorei, ouvi Maria Bethânia, fumei demais, tive insônia e excesso de sono, falta de apetite e apetite em excesso, vaguei pelas madrugadas, escrevi poemas (juro). Agora está passando: um band-aid no coração, um sorriso nos lábios – e tudo bem. Ou: que se há de fazer.

Um dia feliz

ou… NOT

Depois de ir dormir à 1h, acordar às 4h para viajar por 3h30, chegar em casa às 11h, lanchar e sair pra aula às 11h45, chegar da aula às 15h50, ir almoçar às 16h, tenho que  esperar até 18h30 pra ouvir que ele está namorando. Ele mesmo. Aquela pessoa que, até semana passada, era o solteiro mais convicto do mundo e dizia aos quatro ventos  que não queria compromisso com ninguém.

Prazer. Ninguém!

Das mentiras que contei ontem

Você precisa parar de achar que eu estou apaixonada por você.

Eu não estou apaixonada por você, que coisa!

Eu não sou uma pessoa explícita, mas é o meu jeito e eu não quero mudar por sua causa.

Quero continuar sendo só amiga colorida. Namorar dá muita dor de cabeça.

Sou coração de pedra. (Nessa até eu acreditei)

Verdade

“Eu faço minhas coisas,
você faz as suas
Não estou neste mundo para viver de acordo com as suas expectativas
E você não está neste mundo para viver de acordo com as minhas
Você é você e eu sou eu
E se por acaso nos encontramos, é lindo
Se não, nada há a fazer”.

(F. Perls)

Sábado

Como é essa coisa de quase sentir saudades?

E de quase se apaixonar?

Tem volta?

Não dormir

dá torcicolo. E eu não posso nem pedir uma massagem. Fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu…..